O Bolsa-família é a junção de programas sociais criados por FHC e a Estabilização da Economia é OBRA DE ITAMAR E FHC.




Blogueiros Decentes

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(Saint-Exupéry)



quinta-feira, 24 de junho de 2010

Nóis "sabemos fazer"... COMO?

Algumas profissões obrigam escolha de profissionais competentes.
E a política é uma dessas profissões (Se podemos denominar a política como... profissão!)
Comparando política com a medicina:
Quando um médico, por exemplo, é questionado sobre as técnicas que utilizou na inovação ao realizar uma cirurgia, explica os mínimos detalhes do seu trabalho, especialmente para que a família do paciente entenda o que aconteceu e os cuidados futuros.

Habitualmente (esse inovador competente) é convidado para Congressos Médicos, para transmitir sua competência e mostrar COMO os outros cirurgiões podem utilizar a técnica para melhorar as condições nas suas cirúrgias, com mais chances de salvar vidas.

A política costuma "perder pacientes" muito mais que a medicina, especialmente pela incompetência de quem "opera", pelo total e absoluto desconhecimento de novas técnicas (ou de técnicas tradicionais) de alguns "pretendentes à cirurgiões", e pela dificuldade de competência e conhecimento para exteriorizar detalhes das "inovações que foram feitas"... mesmo que as inovações tenham sido "copiadas" de profissionais anteriores ou tenham sido apropriadas dos verdadeiros criadores, para o nome de quem não conhece nada a respeito.
A política "perde pacientes", principalmente, quando o dinheiro público é mal utilizado e o que deveria ser aplicado na Saúde, por exemplo, acaba caindo nas mãos de rezadores de agradecimento de maracutaias, caindo nas cuecas de amigos do messias, caindo na mãos de editores profissionais de "edições" sobre a vida de adversários e de parentes de adversários, assim como quando acaba caindo em empresas de fundo de quintal de membros da corte.
E pode perder muito mais pacientes quando egóticos apoiam os devaneios de malucos.


"Eles" não sabem fazer?
Nós, sim... "sabemos fazer"?
E COMO é... "saber fazer"?
É necessário que as técnicas do "saber fazer" sejam EXPLICADAS de forma competente!
Na verdade, as inovações de alguns "pretensos operadores" não trouxeram metade dos resultados previstos e os "pacientes estão próximos da UTI"!

Nóis... "sabe fazer"?
Nóis... é o máximo?
É nóis na fita?

Passou da hora de explicar, de forma que todos entendam, é claro, o que se pretende "fazer"!
Ou parar de dizer que "nós sabemos fazer"... SEM OS DETALHES TÉCNICOS OBRIGATÓRIOS!

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