O Bolsa-família é a junção de programas sociais criados por FHC e a Estabilização da Economia é OBRA DE ITAMAR E FHC.




Blogueiros Decentes

Ainda que teus passos pareçam inúteis, vai abrindo caminhos,

como a água que desce cantando da montanha. Outros te seguirão...

(Saint-Exupéry)



sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Esquerda/Direita - Comentando o comentário...

O comentário de "Anônimo":
Bom dia. Eu faço uma pequena reparação.
Na apresentação do seu blog você diz que o regime é bom quando existe honestidade, etc..
Só que qualquer regime de esquerda (e esquerda no nosso tempo se refere aos socialistas/comunistas) é mau por natureza.
Não podemos ter uma postura olímpica e achar que independente de denominação (left/right)o que vale são valores decentes. Decência e marxismo/socialismo/comunismo não se misturam.
Vamos ENDIREITAR o Brasil!!!


Anônimo...
É exatamente assim que penso!
Regime BOM é aquele (Direita ou Esquerda) que possui governantes competentes e dignos e honestos e decentes e íntegros e transparentes e, principalmente, honrados, assim como seus aliados!
Há muita gente íntegra, digna, decente e honesta na Esquerda e na Direita!
E não há privilégio de honra, honestidade e decência, neste ou naquele regime.
Podemos, sim, encontrar flores no pântano!

Mas concordo com você, e discordo de você, quando afirma
"Decência e marxismo/socialismo/comunismo" não se misturam.
Concordo com você,
mas, na minha opinião...
Ser de esquerda não é utilizar e se aproveitar dos benefícios deixados pelo Governo FHC, especialmente na Economia, estruturada no Governo Itamar e implantada pelo FHC, sob "cacete infindável" e "obstrução ferrea, radical e sistemática" pelo PT (que se orgulhava disso, independente dos benefícios para o país).
Ser de esquerda não é criticar permanentemente um Governo que findou HÁ 7 ANOS!
Aliás, o presidente e o partido que hoje se beneficiam com a solidez da Economia, não cansaram de criticar o Plano Real, que não existiria caso estivessem no governo.
Ser de esquerda não é justificar erros e falta de competência com acusações a todos, absolutamente todos, os governos anteriores e, se houvesse mais informações da história (a. Cabral), haveria acusações também aos indígenas tupiniquins.
Ser de esquerda não é carregar dólares nas cuecas, aceitar aportes de milhões na empresinha do "ronaldinho" filho do presidente, não é criar dossiês fajuto para tentar ganhar eleição.
Ser de esquerda não é usar o Bolsa-família para tornar cativas as pessoas mais simples, e incultas, limitando suas possibilidades de crescimento e de melhor futuro.

O Bolsa-Família, originalmente, foi criado pelo PSDB, como se pode ver no Wikipédia:
Bolsa-escola é um programa educacional brasileiro idealizado pelo prefeito de Campinas (SP) José Roberto Magalhães Teixeira do PSDB, implantado no município durante sua gestão no ano de 1994, cujo objetivo é pagar uma bolsa às famílias de jovens e crianças de baixa renda como estímulo para que essas freqüentem a escola regularmente. O programa Bolsa Escola federal foi implementado em 2001 pelo governo de Fernando Henrique Cardoso. Chegou a beneficiar mais de 5 milhões de famílias em todo o Brasil quando, em 2003, foi incorporado ao Programa Bolsa Família pelo presidente Lula.

A "esquerda" brasileira se apropria das realizações dos outros governos (no caso o PSDB) e não dá o devido mérito a quem o merece!
O Brasil precisa de uma Lei dos Direitos Autorais de Realizações Políticas!
À César... o que de César"!
Talvez houvesse menos discurso e mais trabalho.

Ser de esquerda não é lançar programas milagrosos e insuperáveis na sua esterilidade, como o fome-zero, biodiesel, etanol, minha casa e, o da moda, o apré-ssal, que continua não existindo, embora a "Petobráis" na sua "popraganda" na TV, afirme que o Brasil "produz" petróleo no pré-sal.
Ser de esquerda não é afirmar ironicamente que SP deveria agradecer ao Governo Federal pela reforma do Aeroporto de Congonhas e meses depois ver o Brasil estarrecido com a tragédia da TAM, que matou 200 pessoas. E não é condecorar os responsáveis pela aviação, enquanto ainda queimavam restos mortais em Congonhas.
Ser de esquerda não é assumir ignorância nas suspeitas e acusações ou "descer o cacete e demonizar as privatizações", quando a privatização fecha a torneira do desperdício e da desbragada e irresponsável utilização do dinheiro público.
Privatizar não é "entregar o País"...
Privatizar é impedir "maracutaia"!
Ser de esquerda não é pagar por cartilhas imaginárias e nem se reunir em mansões como "turmas desta ou daquela cidade"... e também não tentar desclassificar, com a quebra de sigilo, gente simples e honesta como o caseiro de Brasília.
- Ora.. um "simples" caseiro!
nas palavras do presidente.
Ser de esquerda não é afirmar que não existiu "mensalão", pois estaríamos obrigados a afirmar também que existe Papai-Noel, Cuca, Coelhinho de Páscoa, Mula-em-cabeça (eu disse mula).

Ser de esquerda não é aceitar como bom o governo "do povo" do Capitalista "el grotesco master", único proprietário da Ilha Particular Capitalista de Cuba, que trata os cubanos como iguais (na mesma miséria). E os que discordam de viver nessa miséria... morrem. Mais de 100.000 "discordaram" em 50 anos de triste, ridículo, sanguinário e lamentável governo de ex-fedel.
Ser de esquerda não é aceitar o governo "bolivariano" (hahaha...) de "el grotesco senior", de Venezuela, único aspirante a "imperador dazamérica latrina", orientador de zelaya, em Honduras, para encher o saco dos hondurenhos inteligentes.
Ser de esquerda não é aceitar de forma submissa o governo do índio cocalero, que se apropria de empresas sem comando.
Ser de esquerda não aceitar de forma submissa o governo do ex-bispo que utilizava a sacristia da Igreja para fazer sacanagem com meninas menores de idade, como fez pedófilugo, e alterar o contrato de Itaipú a favor do Paraguai e prejudicar o povo brasileiro.

Anônimo...
Acima está a minha opinião!
Concordo com você que a esquerda tem esses pontos negativos citados.
Mas discordo de você em...
...discordo em... em... em...
em...

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